Por conta da pandemia do coronavírus, Piauí já gastou R$ 156 milhões na Saúde

Recursos foram usados em exames, chamamento de pessoas e outras ações, além da montagem de UTIs.

O Piauí já gastou R$ 156 milhões devido a pandemia do novo coronavírus. A informação foi divulgada pelo governador Wellington Dias, neste fim de semana. Os recursos foram usados em exames, chamamento de pessoas e outras ações, além da montagem de novas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva).

O gestor ainda informou que, até o momento, o Estado recebeu R$ 24 milhões do Governo Federal, para serem usados no combate ao Covid-19. Desse valor, R$ 18 milhões entraram na conta do Fundo Estadual de Saúde na última sexta-feira (10).

Também na sexta-feira, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta anunciou a liberação de R$ 4 bilhões, a serem divididos entre Estados e municípios. Segundo Wellingotn Dias, o valor recebido do Ministério da Saúde pelo Piauí é suficiente para comprar 150 mil testes rápidos.

Apesar da grande quantia de testes que poderá ser adquirida, a meta do Estado é realizar 500 mil testes o quanto antes. Com isso, será possível saber com mais precisão a situação da pandemia em território piauiense. Por não haver testes suficientes, as próprias autoridades de saúde admitem que o número de infectados pode ser bem maior do que os divulgados.

Prejuízos na economia

Em abril, estima-se que o Piauí terá uma redução de aproximadamente R$ 320 milhões nas contas públicas. A queda é devido a paralisação das atividades econômicas, decretada pelo governador para evitar a propagação descontrolada do novo coronavírus.

Para amenizar as contas do Estado, o governador espera que, nesta segunda-feira (13), Câmara e Senado Federal aprovem a MP 936-20, que trata do Programa Emergencial do Covid-19. De acordo com Wellington Dias, o projeto “é uma espécie de compensação dessa perda para garantir as condições de manter a folha de pagamento, serviços funcionando e investimentos que estamos fazendo”. 

Ainda segundo o governador, sem essa compensação, o setor público ficará desorganizado e entrará em colapso. Com isso, será necessário o fechamento de UTIs, leitos de estabilização e conter os investimentos na saúde.

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