Polícia Federal investiga compra de auxílio emergencial no Piauí

Secretaria de Segurança Pública do estado descobriu uma negociação do benefício pelo WhatsApp.

Uma investigação foi aberta pela Secretaria de Segurança Pública do Piauí para investigar uma tentativa de compra do auxílio emergencial de R$ 600. O suspeito oferecia R$ 300 de forma antecipada para quem entrasse no esquema, que será investigado pela Polícia Federal.

O benefício, disponibilizado pelo Governo Federal para trabalhadores informais durante três meses, devido a pandemia do novo coronavírus, estaria sendo negociado através do WhatsApp.

O suspeito usava um grupo no aplicativo para fazer a proposta de compra. Ele oferecia 50% do valor mensal do benefício. Segundo Fábio Abreu, secretário de segurança pública do Piauí, a venda ou negociação do benefício é crime, principalmente por se tratar de um recurso federal. Ele é o responsável pelo início das investigações.

“Nós tomamos conhecimento de uma pessoa que postou em um grupo de WhatsApp que estava comprando o benefício. Uma pessoa se interessou e perguntou detalhes da negociação e o investigado informou que antecipava 50% do valor. Eu peguei as imagens e iniciei a investigação”, explicou ao G1.com

Por ser um caso envolvendo um benefício disponibilizado pelo Governo Federal, quem continuará a investigação será a Polícia Federal. De acordo com o secretário, ainda não há informações a respeito do golpe ter sido efetivado ou não pelo autor.

Coronavoucher

Apelidado de ‘coronavoucher’, o auxílio emergencial de R$ 600 começou a ser pago no dia 9 de abril. De acordo com a Caixa Econômica Federal, até o momento, 31,3 milhões de pessoas já receberam o valor, que será oferecido por três meses.

Quem teve o pedido recusado por erro ou falta de dados, poderá fazer a solicitação novamente.

Se você ainda não recebeu o benefício, clique aqui e veja como resolver.

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