Polícia Civil prende suspeito de matar mulher desaparecida desde dezembro

Corpo da vítima foi encontrado 34 dias após o desaparecimento. Exame de DNA confirmou identidade.

Na tarde desta quarta-feira (24), a Polícia Civil de Floriano (PI) prendeu o homem suspeito de matar Renata Pereira da Costa, de 29 anos. A vítima estava desaparecida desde o dia 28 de dezembro de 2020. O corpo foi encontrado no dia 24 de janeiro, mas somente agora um exame de DNA comprovou ser a mulher. As informações são do G1.

Em entrevista a TV Clube, o delegado Bruno Ursulino explicou que não era possível confirmar a identidade do corpo encontrado no dia 24 de janeiro. Na ocasião, faziam 34 dias que Renata estava desaparecida.

“Após diversas diligências na zona rural de Nazaré e de Floriano, nós conseguimos localizá-la em uma localidade a 45 km, que liga esse trecho da PI-140 de Floriano a Itaueira. Conseguimos entrar em uma mata, dentro de uma propriedade e encontramos os restos mortais debaixo de uma árvore”, explicou o delegado, da Delegacia Regional de Polícia Civil.

Os ossos encontrados foram encaminhados para o IML (Instituto de Medicina Legal), em Teresina (PI), onde passou por exame de DNA. Após o resultado, ficou comprovado que o corpo pertencia à vítima.

Apesar da pressão dos familiares por informações, que realizaram, inclusive, uma manifestação pedindo respostas, o delegado explicou que não houve divulgação das informações para não atrapalhar a investigação.

“A gente entendia a pressa das entidades, da família, mas a gente tinha a necessidade de dar as respostas e de poder entregar o corpo para a família”, explicou.

Histórico de violência

De acordo com o delegado, depois que o corpo de Renata foi encontrado, foi possível coletar mais provas contrar o suspeito, que já teve um relacionamento com a vítima.

“Depois da certeza [que o corpo era da Renata], conseguimos encaminhar o desfecho da investigação. O suspeito já estava sendo investigado, tendo em vista que várias pessoas relataram o histórico de agressão dele. A única pessoa que negava esse histórico de agressão era ele mesmo”, declarou Bruno Ursulino.

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