No Piauí, Saúde registra mais um caso de Febre do Nilo Ocidental

Pela sétima vez um caso da doença é diagnosticado no estado.

Mais um caso de Febre do Nilo Ocidental foi registrado no Piauí, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). Até o momento, sete casos da doença já foram diagnosticados no estado.

O paciente identificado com a Febre do Nilo Ocidental é um jovem que sofreu um quadro de meningoencefalite e foi internado no Instituto de Doenças Tropicais Natal Portela, em Teresina (PI), em fevereiro deste ano. A unidade de saúde é referência para diagnóstico e tratamento da doença no estado.

O rapaz, que reside em Água Branca (PI), começou a sentir os sintomas durante uma viagem para São Paulo (SP). Ele já recebeu alta.

Casos no Piauí

Desde 2013, a Sesapi monitora casos suspeitos de Febre do Nilo Ocidental no estado do Piauí. Até hoje, outras seis pessoas foram detectadas com a doença no estado, sendo pacientes que residem em Aroeiras do Itaim (2014), Picos (2017), Piripiri (2017), Lagoa Alegre (2019), Teresina (2019) e Amarante (2019).

O que é a Febre do Nilo Ocidental?

A Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral, causada por mosquitos infectados. Segundo o Ministério da Saúde, somente 20% das pessoas infectadas apresentam sintomas.

Em casos leves da doença, o paciente pode apresentar febre aguda acompanhada de mal estar, anorexia, náusea, vômito, dor nos olhos, dor de cabeça, dor muscular, exantema máculo-papular e linfoadenopatia.

Nos casos mais graves da doença, a Febre do Nilo Ocidental afeta o sistema nervoso, podendo causar meningite, encefalite ou poliomielite. Somente 1% das pessoas infectadas são acometidas pelo vírus de maneira grave.

Normalmente, os insetos transmissores desse vírus são do gênero Culex (pernilongo). O vírus, normalmente, se hospeda em aves silvestres e, posteriormente, infectam os mosquitos.

Até hoje, não há uma vacina ou tratamento específico para a doença. Nos casos mais brandos, o tratamento se resume a tratar os sintomas, como a febre e as dores. Em pacientes mais graves, a internação é necessária para que o paciente receba o tratamento de acordo com a gravidade da situação.

Para prevenir a doença, a recomendação é a mesma dada para evitar casos de dengue, zika e chikungunya: manter o ambiente limpo para que os mosquitos não se proliferem e que não hajam criadouros.

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